A Crypta inicia uma nova era com “A Portrait of Decay”, a primeira faixa a apresentar a nova formação da banda e a oferecer uma prévia do que os fãs podem esperar de sua sonoridade futura. A já está disponível mundialmente nas principais plataformas de streaming e também será lançada em uma edição estritamente limitada em vinil de 7 polegadas.
Após anunciar Victoria Villarreal como sua nova guitarrista fixa em abril deste ano — completando o quarteto ao lado de Fernanda Lira (baixo e vocal), Luana Dametto (bateria) e Tainá Bergamaschi (guitarra) —, a banda agora lança esta faixa inédita, gerando expectativa para o próximo capítulo da Crypta.
“A Portrait of Decay” chega com a força de um rolo compressor agressivo de death metal, ao mesmo tempo em que explora a dissociação como um meio de suportar a dor e o sofrimento. A faixa foi gravada na Bélgica em junho deste ano, com engenharia de som, mixagem e masterização a cargo de Yarne Heylen, no Project Zero Studio. A arte da capa foi criada pelo artista brasileiro Marcos Miller.
Tudo isso ganha vida através de uma sonoridade instrumental intensamente agressiva, porém atmosférica e melancólica, combinada aos vocais arrepiantes de Fernanda Lira, uma das artistas de maior destaque na cena atual do metal extremo. A faixa chega exatamente a tempo para o início da turnê norte-americana da Crypta com as bandas Arch Enemy, The Black Dahlia Murder, Septicflesh e Thrown Into Exile, com estreia marcada para 5 de outubro em Riverside, Califórnia.
“A Portrait of Decay” é acompanhada por um videoclipe oficial que, à primeira vista, pode parecer destoar da intensidade sonora da música. O roteiro do vídeo foi escrito pela baterista da Crypta, Luana Dametto. “O videoclipe é, ao mesmo tempo, um contraste quase poético com a sonoridade bruta do death metal e uma representação cinematográfica da letra: uma paisagem etérea e quase onírica que reflete o verdadeiro estado de ser de alguém — pensamentos límpidos e emoções leves —, que se dissipam lentamente com a passagem do tempo e a mudança do ambiente; então, com a chegada da noite e de um cenário muito mais sombrio, surgem sentimentos de estar à deriva e perdido, demonstrando como as circunstâncias e o tempo podem alterar diretamente a forma como nos vemos, sentimos e interagimos”, disse a baterista.
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