Ghost é uma das bandas mais polarizantes do rock e do metal, do tipo que se ama ou odeia, sem meio termo. E nos tempos da internet, quem odeia tem muita liberdade para falar sobre todos os motivos pelos quais a banda liderada por Tobias Forge é ruim, mas isso não abala o artista. 

Em recente entrevista ao programa Elliot In The Morning (via Blabbermouth), o vocalista comentou a dificuldade de algumas pessoas em classificar o som do Ghost. “Esse não é um problema meu, na verdade. Não tenho problema algum com as pessoas que tem um problema [com a banda]”, disse.

Tobias Forge prefere ter uma visão “super positiva” e com uma “perspectiva do copo meio cheio”, então tenta analisar como o falatório dos haters tem impactos positivos para o Ghost. “A maioria das coisas hoje são medidas por atividade, seja no Spotify ou online, diferentemente de 30 anos atrás, quando tudo era por vendas (…). Hoje tudo é sobre conteúdo e atividade”, pontuou. “Uma coisa que as pessoas [fazem] – especialmente aquelas que não estão falando do quão bons somos, mas do quão ruins somos, isso traz mais atividade. Então é uma coisa boa (risos). Então continuem falando. Está tudo bem”.  

“Mary On A Cross”: letra polêmica e seu significado

Nos últimos meses, Ghost se tornou a mais recente banda de rock e metal a viralizar no TikTok. A faixa “Mary On a Cross”, originalmente lançada em 2019, se tornou uma tendência no aplicativo e muitos jovens começaram a acompanhar o trabalho da banda desde então. O grupo até lançou uma versão mais lenta da música para acompanhar a tendência, ouça aqui

Junto com o repentino sucesso, o Ghost se tornou alvo de algumas polêmicas por conta do teor da letra de “Mary On A Cross”. Nós do Wikimetal fizemos uma análise completa da canção e explicamos seus possíveis significados e todo o contexto por trás da música, que envolve o universo conceitual criado pelo Ghost. Leia aqui.

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Jornalista e apaixonada por produção de conteúdo, já escreveu sobre música e entretenimento para portais como Rolling Stone Brasil, Atrevida, Indieoclock e a extinta Exitoína antes de se tornar repórter do Wikimetal (e Mad sound) há alguns anos. Desde 2024, atua exclusivamente no gerenciamento das redes sociais do Wikimetal, sendo responsável também por cobertura de shows e entrevistas. Também atua como "fã profissional" no Scorpions Brazil e fala sobre viagens no Sempre Quis e Vou. - [email protected]