Vocalista da Crypta, banda de death metal, Fernanda Lira é conhecida pelo vocal extremo e gutural. Mas uma das primeiras e maiores influências da artista ao começar a cantar foi Tarja Turunen, ex-vocalista e integrante fundadora do Nightwish.

Descoberta em uma fita VHS do pai com o álbum ao vivo From Wishes to Eternity, Tarja se tornou divisora de águas e referência de Fernanda, que logo se aprofundou nos conhecimentos sobre a banda e começou a cantar. “Mudou a minha vida. A Tarja virou minha musa inspiradora instantaneamente. Eu decorei esse DVD inteiro em uma semana”, narrou nas redes sociais.  

Apesar de conseguir imitar com perfeição as notas da artista, a falta de estudo de técnica na época teve consequências. “Cantava Nightwish literalmente 24h por dia, inclusive desenvolvi dois calos e um cisto nas cordas vocais porque cantava igual, mas tecnicamente tudo errado”, explicou Lira.

Após dormir em fila de show para finalmente ver Tarja ao vivo, Fernanda Lira finalmente teve a oportunidade de conhecer a cantora durante uma sessão de autógrafos realizada na Galeria do Rock, em São Paulo, em 2013. “Passei mal e me desesperei quando soube, eu PRECISAVA ir. Era um número limitado [de pessoas], mas eu e meus amigos madrugamos e conseguimos. Eu só conseguia tremer, chorar e dizer o quanto ela era importante pra mim”, contou. “Enfim, Tarja foi minha grande paixão no metal”. 

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Jornalista e apaixonada por produção de conteúdo, já escreveu sobre música e entretenimento para portais como Rolling Stone Brasil, Atrevida, Indieoclock e a extinta Exitoína antes de se tornar repórter do Wikimetal (e Mad sound) há alguns anos. Desde 2024, atua exclusivamente no gerenciamento das redes sociais do Wikimetal, sendo responsável também por cobertura de shows e entrevistas. Também atua como "fã profissional" no Scorpions Brazil e fala sobre viagens no Sempre Quis e Vou. - [email protected]