Texto escrito pelo WikiBrother Gabriel Brandino, do @moshinhell

A música “Evil Dead”, da banda Death, é uma clara referência ao filme The Evil Dead.

O filme é de 1981, e sua história é baseada na viagem de cinco jovens amigos que vão para uma cabana isolada de tudo para passar um final de semana.

Porém, algumas coisas estranhas começam acontecer, e eles encontram um livro feito de pele humana e escrito em sangue, chamado “Naturon Demonto” (seu nome foi alterado nos próximos filmes para “Necronomicon”).

Também encontram um gravador, e resolvem ouvir o que tem gravado nele.

A gravação é de um arqueólogo falando sobre algumas passagens do livro.

Ouvindo essa gravação eles despertam alguns espíritos e demônios que habitam aquele lugar, e os jovens começam a ser possuídos.

O filme é um banho de sangue, com cenas completamente insanas, inclusive com uma das meninas do grupo sendo estuprada por galhos de uma árvore “amaldiçoada”. Sim, isso mesmo!

Ash Williams é o personagem principal, e é o responsável por matar todos os demônios e pôr um fim nisso tudo quando queima o livro.

Uma das pessoas que ajudou a alavancar a popularidade do filme foi Stephen King, que viu o filme durante o Festival de Cannes em 1982, e disse que esse era o filme de terror mais original daquele ano.

“Preso em uma vida que não é sua
Espíritos interiores trazendo terror, medo e escuridão.”

Essa estrofe faz uma alusão aos jovens na cabana, e como se estivessem num universo paralelo após despertarem o mal naquele lugar.

“Vozes falam que todos morrerão essa noite.
Mente cheia de insanidade, você ouve elas chamando.”

Então tudo começa a piorar, e eles vão ficando possuídos aos poucos⠀

“Coberto de sangue, toda esperança está perdida.
Apodrecendo eternamente, controlados pelos poderes do mal morto.”

Uma referência ao protagonista Ash, que está praticamente o filme inteiro coberto de sangue, principalmente depois de usar uma moto serra como sua arma principal, e desesperado para achar uma solução para o problema.

“Mal mortal
Mal mortal”

Um refrão curto, simples e com um dos melhores gritos do death metal, do gênio Chuck Schuldiner.

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