O icônico The Black Album, do Metallica, completou 30 anos de lançamento em agosto. Como parte da comemoração, a banda convidou 53 artistas de diferentes gêneros musicais e nacionalidades para The Blacklist, um álbum com versões das músicas do disco aniversariante. 

Desde versões mais fieis ao original, como “Nothing Else Matters” com Miley Cyrus e Elton John, até aquelas em que as músicas estão quase irreconhecíveis, como “Sad But True” de St. Vincent, a melhor parte do projeto é a dedicação de cada artista para fazer algo completamente novo com esses clássicos. Pelo menos é o que pensa James Hetfield

Em entrevista à rádio SiriusXM, o frontman do Metallica elogiou o trabalho dos convidados. “Eu amo o fato de que [os artistas] gostam das músicas, eles mergulharam, digeriram isso e cuspiram do jeito deles, da maneira que melhor funciona para eles. Seja em espanhol, rap, country ou um remix maluco”, comentou (via Brave Words). 

“Amo o fato de todas serem muito, muito diferentes. Todo mundo que participou, os artistas levaram o tempo para fazer as músicas como se fossem deles”, continuou. “Eles não se limitaram a ligar e dizer, ‘Ah, vamos fazer um cover do jeito que era’. Eles se apropriaram e fizeram [as músicas] ser deles. Isso, para mim, é lindo”.

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Jornalista e apaixonada por produção de conteúdo, já escreveu sobre música e entretenimento para portais como Rolling Stone Brasil, Atrevida, Indieoclock e a extinta Exitoína antes de se tornar repórter do Wikimetal (e Mad sound) há alguns anos. Desde 2024, atua exclusivamente no gerenciamento das redes sociais do Wikimetal, sendo responsável também por cobertura de shows e entrevistas. Também atua como "fã profissional" no Scorpions Brazil e fala sobre viagens no Sempre Quis e Vou. - [email protected]