Marcus D’Angelo, vocalista e guitarrista do Claustrofobia, respondeu em entrevista ao Wikimetal se as bandas brasileiras de metal são mais valorizadas no exterior do que no próprio país. O músico também comentou a recepção da banda nos Estados Unidos, onde estão baseados no momento. 

Sobre a questão de ser valorizados, o músico teve cautela para “não radicalizar”, reconhecendo que mesmo quando os fãs pagam caro para ver bandas internacionais e não apoiam a cena do próprio país, existem motivos válidos para tal comportamento. “Você não pode perder, são os criadores da parada”, disse. 

Sobre as diferenças culturais, Marcus comenta que é abordado na rua simplesmente pelo estilo, de cabelo comprido e tatuagens, e as pessoas demonstram admiração ao saber da profissão dele. 

“Tem essa diferença, aqui a arte tem um pouco mais de valor. O Brasil está meio perdido, sempre foi um pouco mais para trás pelo fato [de tudo] chegar um pouco depois, normal, é um fator histórico, mas esse lance da educação e da cultura, isso aí faz uma diferença na vida das pessoas”, completou.

Assista ao trecho abaixo. 

LEIA TAMBÉM: Marcus D’Angelo comenta arrependimento por letras “desnecessárias” do Claustrofobia

Categorias: Notícias

Jornalista e apaixonada por produção de conteúdo, já escreveu sobre música e entretenimento para portais como Rolling Stone Brasil, Atrevida, Indieoclock e a extinta Exitoína antes de se tornar repórter do Wikimetal (e Mad sound) há alguns anos. Desde 2024, atua exclusivamente no gerenciamento das redes sociais do Wikimetal, sendo responsável também por cobertura de shows e entrevistas. Também atua como "fã profissional" no Scorpions Brazil e fala sobre viagens no Sempre Quis e Vou. - [email protected]