Além de ser atriz, Jada Pinkett Smith tinha uma banda de metal no início dos anos 2000 chamada Wicked Wisdom e chegou a participar de uma edição do Ozzfest.

Segundo Will Smith, que contou a história em seu livro de memórias, o convite para o grupo tocar no evento de Ozzy Osbourne partiu da companheira do roqueiro, Sharon Osbourne.

Will descreveu o festival como “hilário para porra” e o comparou com o curling, esporte popular nas Olimpíadas de Inverno (via MetalSucks): “Ozzfest… o encontro de todas as vertentes do metal. Thrash, industrial, hardcore punk, deathcore, metalcore, post-hardcore, alternativo, death, gótico e nu. Sharon [Osbourne, organizadora do festival] viu a banda de Jada e uma parte dela entendeu. As duas ficaram amigas e Sharon colocou a Wicked Wisdom no Ozzfest no verão de 2005. Ozzfest é o evento menos afro-americano [que já vi] tirando aquela coisa com uma vassoura e um taco de hockey gigante com disco que eles têm nas Olimpíadas…”

A banda liderada por Jada era, realmente, a única a ter algum artista negro em posição de relevância na escalação daquele ano.

Ele ainda continuou contando: “‘Amor, tem certeza que não quer fazer algo como R&B?’ Eu perguntei sutilmente, mas quis dizer de verdade. ‘[Metal] é a música que me faz sentir’. Jada respondeu sutilmente, mas ela queria realmente dizer aquilo. Então, nós pegamos nossos filhos e partimos em direção à estrada de Ozz… Ozzfest é uma audiência purista, e o que começou com ceticismo e descrença, a cada show foi transformado primeiro em silêncio, e por último em respeito… A performance de Jada no Ozzfest foi tão bem sucedida que o Guns N’ Roses quis que ela abrisse as apresentações do grupo em sua próxima turnê.”

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