Tommy Lee, baterista do Mötley Crüe, voltou a falar sobre a polêmica saída e consequente disputa judicial envolvendo Mick Mars, ex-guitarrista da banda, e classificou a situação como “muito dolorosa”.

Em entrevista no podcast The Magnificent Others, apresentado por Billy Corgan (The Smashing Pumpkins), Lee afirmou “não gostar desse tipo de coisa” e, apesar de se tentar colocar no lugar de Mick, ele reconheceu que quando alguém está magoado, certamente haverá um revide.

“Para mim, toda essa situação foi estranha e muito dolorosa, a ponto de as pessoas dizerem coisas inverídicas e agirem dessa forma. Eu pensava: ‘Deus, isso é uma merda’. Eu sempre tento me colocar no lugar do Mick, e não tenho nada além de amor por esse cara. Mas, infelizmente, é assim que acontece quando as pessoas se sentem ameaçadas ou magoadas. Elas revidam”, comentou [transcrição via Loudwire].

Apesar das acusações públicas vindas por parte do guitarrista, Lee fez questão de elogiar seu ex-colega de Mötley Crüe e lamentou os fortes efeitos da espondilite anquilosante, doença que Mars enfrenta desde sua juventude. “Só existe um Mick, e ele é um músico insano. Me entristece, num nível pessoal, que essa doença insana na coluna tenha começado a deformar lentamente a forma dele”, concluiu.

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Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected]