Roger Moreira voltou a manifestar suas opiniões políticas em sua conta no X, em meio à repercussão internacional sobre o ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro.
O líder do Ultraje a Rigor compartilhou textos sobre a situação de Nicolás Maduro e a intervenção estrangeira, expressando seu ponto de vista de forma provocativa à favor da atitude estadunidense. A atitude já caracteriza suas interações nas redes sociais e reflete sua postura política alinhada à direita conservadora brasileira.
Em uma das postagens, Roger disse: “Àqueles que enchem a boca pra falar de “soberania”. Canalhas. Trump ainda fez o favor de capturar vivo. Gente dessa laia merece um tiro na testa”.
Em outra postagem, Roger afirma que seria “um sonho”, se toda América Latina fosse tomada pelos Estados Unidos.
Além disso, compartilhou o vídeo de Roger Waters, que também se posicionou publicamente em defesa do governo venezuelano, e escreveu: “Imbecis do mundo, unam-se!”
Músicos condenam ataque dos EUA à Venezuela
Após a ofensiva militar dos Estados Unidos contra a Venezuela outros músicos influentes se manifestaram publicamente contra a intervenção. O guitarrista Tom Morello usou sua conta no X para criticar duramente a ação dos EUA, chegando a chamar o país de “Estado do Terror” em referência à operação e à forma como foi noticiada sem aprovação do Congresso.
O baterista Iggor Cavalera também se posicionou nas redes, publicando um story no Instagram com a frase “Não ao imperialismo na América Latina”, enquanto o veterano Roger Waters chamou a intervenção de “agressão selvagem” e defendeu a soberania venezuelana, afirmando que apoiaria a Venezuela no que estivesse ao seu alcance. As declarações refletem uma forte oposição de artistas do rock à política externa norte-americana e ressoaram especialmente entre fãs e setores críticos ao intervencionismo.
O país norte-americano lançou uma operação militar contra a Venezuela, com ataques aéreos e invasão rápida para capturar o presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, sob acusação de “narcoterrorismo” e conspiração. O episódio foi amplamente denunciado por governos, organizações internacionais e movimentos sociais como uma violação da soberania venezuelana e do direito internacional.
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