Creed foi uma banda de enorme sucesso nos anos 1990 e começo de 2000. Mas quando todos os integrantes seguiram em frente com o Alter Bridge, com exceção do vocalista Scott Stapp, o guitarrista e cantor Mark Tremonti sentiu a pressão pela fama do projeto anterior. 

Em entrevista ao canal Breaking Absolutes, o músico disse que muitas pessoas na indústria não acreditavam no potencial da nova banda, formada em 2004 com Myles Kennedy, e a descartavam como um sucesso passageiro. 

“As pessoas duvidaram de nós o tempo todo e, no final, simplesmente queriam nosso fracasso. Tinha muita gente do nosso lado nos primeiros álbuns, mas no terceiro, parecia que muitas pessoas estavam cansadas de nos ouvir no rádio, eu acho”, disse (via Ultimate Guitar). “Estávamos em todos os lugares em certo ponto, e começamos a ter algumas reações”. 

Tremonti se sentia em “modo de sobrevivência” ao lançar One Day Remains (2004), álbum de estreia da banda, e o disco Blackbird (2007) marcou um período de dificuldades para o Alter Bridge. “Não tínhamos empresário, não tínhamos gravadora, estávamos por nossa conta e no fundo do poço. A gente não sabia se tínhamos um futuro, e acho que Blackbird é o melhor que já fizemos”, comentou. 

Foi apenas no terceiro álbum da carreira, AB III (2010) que o artista começou a sentir liberdade de fato, pois confiava na fidelidade da base de fãs. Quando eu era mais jovem, pensava que me aposentaria aos 27 anos, mas acho que nossa base de fãs cresceu conosco e me sinto muito confiante de que eles estarão conosco até que queiramos sair isso”, concluiu. 

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