Em entrevista recente ao site britânico GuitarGuitar, Fredrik Åkesson, guitarrista da lendária banda sueca de metal progressivo Opeth, falou sobre os planos para seu primeiro álbum solo. Questionado sobre o andamento do projeto, ele afirmou:

“Estou no meio do processo. Duas faixas já estão mixadas e finalizadas, ambas instrumentais. Uma terceira está pronta, mas aguardo a gravação de um vocalista especial. Quando houver uma pausa nos compromissos com o Opeth, vou focar em finalizar as seis músicas restantes. Tenho muitas ideias guardadas, só preciso desenvolvê-las.”

Åkesson destacou que conciliar a carreira solo com outras atividades tem sido desafiador: “Além do Opeth, participei de gravações recentes do Ghost e faço sessões com outros artistas. Mas o disco solo vai sair — é uma questão de tempo.”

Sobre as colaborações, ele revelou: “A terceira música terá a participação de Biff Byford, vocalista do Saxon. Nos tornamos amigos depois que toquei em seu álbum solo, e ele topou colaborar. Já comentei isso antes, então acho seguro confirmar agora. Ele deve me zoar, dizendo algo como ‘garoto viking bobinho’, mas adorou a faixa.”

Fredrik Åkesson e suas influências

Nascido em Estocolmo em 1972, Åkesson começou a tocar guitarra aos 10 anos, inspirado por ícones como Yngwie Malmsteen, Gary Moore e Michael Schenker. Antes de ingressar no Opeth em 2007, passou por bandas como Talisman, Arch Enemy (como substituto temporário) e Tiamat, consolidando-se como um dos nomes mais técnicos do metal escandinavo.

Com o Opeth, ele já lançou seis álbuns, incluindo o mais recente, The Last Will And Testament (2024). Seu projeto solo, ainda sem título, promete explorar sonoridades distintas, mesclando complexidade técnica e atmosferas experimentais.

Opeth no Monsters of Rock

Opeth está confirmada para o Monsters of Rock 2025, um dos festivais mais aguardados pelos fãs de rock e metal do Brasil. A apresentação marca o retorno da banda ao país após alguns anos, desta vez para apresentar músicas de seu mais recente álbum, The Last Will And Testament (2024), além de clássicos de sua discografia.

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Aos 13 anos, o rock mudou minha percepção de mundo, unindo-se à paixão pela música que carrego desde a infância. Hoje, como estudante de Jornalismo, atuo de forma engajada na cena, marcando presença tanto em grandes festivais quanto em apresentações independentes. Para mim, a música é um campo de exploração contínua, onde a busca por novos sons alimenta tanto minha vida pessoal quanto minha formação profissional.