Lançado em 23 de outubro de 2000, Hybrid Theory figura não apenas como o icônico álbum de estreia do Linkin Park, mas também como um dos discos mais importantes de todo o nu metal. Com vocais marcantes do saudoso Chester Bennington, o álbum passaria a servir como inspiração para inúmeros músicos, incluindo Emily Armstrong.

Em novembro de 2024, durante entrevista ao The Zach Sang Show, a então recém-anunciada nova vocalista da banda, comentou sobre o impacto do disco em sua vida. Emily afirmou que o hit “One Step Closer” era “tudo para ela” e que o álbum a deixou “obcecada”.

“‘One Step Closer’ era tudo pra mim. Aquele grito, ou não exatamente um, mas o ‘shut up when I’m talking to you!’ foi tipo: ‘Meu Deus. Encontrei meu lema, minha angústia.’ Eu devia ter uns 12 anos, e pensei: ‘É isso. É isso pra c******. E aí, claro, eu fiquei obcecada com aquele álbum. Eu estava começando uma banda na época e pensei: ‘É isso que eu quero fazer. É assim que eu quero cantar.’ Se ele [Chester] conseguia cantar e gritar, era tipo: ‘Sim, perfeito!’ Eu não percebi até mais tarde que muita gente consegue fazer isso!”, comentou [transcrição via Loudersound];

Linkin Park “teve renascimento” com novos integrantes, segundo Mike Shinoda

Em outubro de 2025, durante entrevista ao portal chileno Futuro, Mike Shinoda deu sua opinião sobre o que os fãs acharam das mudanças na Linkin Park, marcando um renascimento. “Um momento emocionante. É uma espécie de renascimento da banda. Começamos a nos reunir há alguns anos, num processo lento e orgânico. Nunca pensamos em retornar de forma imediata. Várias coisas tiveram que dar certo para que acontecesse. Estamos empolgados com as novas músicas, a turnê e a forma como os fãs reagiram”, disse [transcrição via Blabbermouth].

Sobre Armstrong, o também guitarrista do Linkin Park afirmou que a considera “um fenômeno total” e sua voz “é única” dentro de sua geração. O multi-instrumentista citou uma “experiência diferente” ao trabalhar com a cantora. que também é líder do Dead Sara.

“Tive experiências com muitos cantores diferentes e talentosos, fiz shows com muitos artistas talentosos, mas há uma coisa diferente quando as pessoas entram em uma sala e criam algo juntas. Você nota uma vibração diferente. Foi isso que sentimos com ela e o Colin [Brittain, baterista]. Demos conta de que queríamos fazer mais com eles, porque era muito divertido conviver com eles e sempre fazíamos coisas assim. coisas boas juntos”, concluiu.

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Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos.