Doc McGhee, empresário de longa data do Kiss, revelou a lógica simples por trás do gerenciamento da carreira de bandas de sucesso: investir naquilo que cada uma faz bem e torná-las a melhor naquilo.

“[No Kiss] nós não escrevemos músicas e tentamos ser Pearl Jam ou Rage Against The Machine, nem tentamos ser qualquer outra coisa”, contou em entrevista ao Rob’s School of Music [via Ultimate Classic Rock]. “Fazemos quatro acordes e letras ruins, e isso funciona de forma fabulosa para o Kiss. E explodimos tudo. E os colecionáveis de Kiss e a aura em torno de Kiss é monstruosa. É infeccioso; isso me anima todos os dias”.

Sobre a possibilidade de Ace Frehley finalmente se reunir com a banda para a turnê final, McGhee explicou que o grupo “nunca diz nunca para nada” – algo que Paul Stanley certamente segue, pois revelou recentemente que “não descarta” a participação do guitarrista. “Ace vai aparecer? Claro que sim. Esperamos que Peter apareça também. Todos estão convidados para a festa do Kiss”, explicou o empresário.

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Jornalista e apaixonada por produção de conteúdo, já escreveu sobre música e entretenimento para portais como Rolling Stone Brasil, Atrevida, Indieoclock e a extinta Exitoína antes de se tornar repórter do Wikimetal (e Mad sound) há alguns anos. Desde 2024, atua exclusivamente no gerenciamento das redes sociais do Wikimetal, sendo responsável também por cobertura de shows e entrevistas. Também atua como "fã profissional" no Scorpions Brazil e fala sobre viagens no Sempre Quis e Vou. - [email protected]