O Bangers Open Air já se consolidou no calendário oficial do metal nacional e em 2026 promete uma de suas edições mais pesadas. O evento será realizado nos dias 25 e 26 de abril, no Memorial da América Latina, em São Paulo – ingressos disponíveis. Com um lineup que equilibra nostalgia e contemporaneidade, o festival é o ponto de encontro perfeito para quem busca a energia das rodas de mosh.

Selecionamos 5 bandas que não são headliners e que justificam cada centavo do ingresso e que prometem shows memoráveis nesta edição.

Overdose traz a força do metal mineiro

O Overdose é uma instituição do metal brasileiro. Formada em Belo Horizonte nos anos 80, a banda dividiu o lendário split Século XX com o Sepultura, ajudando a fundar as bases do que conhecemos como o som de Minas Gerais. Após um longo hiato, o grupo retornou aos palcos celebrando seu legado que mistura thrash power e pitadas de metal progressivo.

Por que assistir: É uma oportunidade rara de ver lendas vivas que influenciaram gerações globais. O show do Overdose é uma aula de história do metal nacional com uma execução técnica impecável.

Violator e a fúria do thrash “old school”

Se existe uma banda que carrega a bandeira do thrash metal com integridade inquestionável, essa banda é o Violator. Vindo de Brasília, o quarteto conquistou o mundo com o álbum Chemical Assault, de 2006, e nunca mais parou. Eles são conhecidos por shows caóticos, letras politizadas e uma estética fiel aos anos 80.

Por que assistir: O Violator não faz apresentações mornas. Se você gosta de stage dives e uma energia que beira o descontrole (mas com muita precisão musical), eles são obrigatórios. Prepare o pescoço.

Ambush: O novo bastião do heavy metal tradicional

Diretamente da Suécia, o Ambush representa a “New Wave of Traditional Heavy Metal”. Com roupas de couro, agudos potentes e riffs que lembram a era de ouro de bandas como Judas Priest, o grupo rapidamente se tornou queridinho dos puristas que não abrem mão de uma boa melodia aliada à agressividade.

Por que assistir: O Ambush prova que o heavy metal clássico está mais vivo do que nunca. O carisma dos músicos e os refrões feitos para cantar junto garantem um dos momentos mais divertidos do festival.

Onslaught e o ataque do thrash britânico

O Onslaught é um dos nomes mais resilientes do cenário britânico. Surgidos no punk/hardcore, eles evoluíram para um thrash metal sombrio e violento, culminando no clássico álbum The Force. Atualmente, a banda vive uma excelente fase, entregando discos modernos que mantêm a pegada “na cara” que os consagrou.

Por que assistir: Para quem busca peso bruto. O som do Onslaught é denso e direto, perfeito para o clima de um festival open air. Eles são mestres em criar uma atmosfera de impacto imediato.

Jinjer: A potência técnica vinda da Ucrânia

O Jinjer é, sem dúvida, um dos maiores fenômenos do metal na última década. Liderada pela versátil Tatiana Shmayluk, a banda ucraniana mistura metalcore, djent e elementos de jazz e reggae de forma orgânica. Eles se tornaram virais mundialmente com a faixa “Pisces”, mas provaram com álbuns como Wallflowers que são muito mais do que um “sucesso de internet”.

Por que assistir: Ver o Jinjer ao vivo é presenciar a evolução do metal. A técnica da banda é absurda e o domínio de palco de Tatiana é hipnotizante. É o show ideal para quem quer ser surpreendido por sonoridades modernas.

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Desde a infância, sempre fui um grande amante da música. Aos 13 anos, tive meu primeiro contato com o Rock! Desde então, não importa onde moro — seja no interior ou na capital —, sempre me envolvi ativamente com a cena musical. Estou presente em shows e festivais sempre que possível, em uma busca constante por novas experiências sonoras que ampliem meu repertório e minha paixão pela música.