Nikki Sixx falou sobre a vida de vícios que teve com o Mötley Crüe

O baixista Nikki Sixx, do Mötley Crüe, falou sobre a nova cinebiografia da banda The Dirt. Segundo ele, o filme é um “conto preventivo” sobre todos os problemas pessoais dos membros da banda.

“Há 30 anos eu era viciado em heroína. Esse tempo era inacreditável. As histórias nunca acabam. Quando eu era criança, eu cresci nos anos 70. Aquelas eram minhas bandas – as bandas britânicas se conectavam comigo – Sex Pistols e Black Sabbath. Era assim com eles também. Quando começamos o Mötley, meio que emulávamos aquilo. E as coisas foram aumentando, as repercussões vieram. Acho que esse é o ´conto preventivo´ do filme.”

Em algum momento das vidas dos membros da banda, as coisas começaram a sair dos trilhos. “O filme faz um ótimo trabalho ao dar individualidade e histórias passadas para cada um dos membros. Uma das coisas legais de estar no Mötley é que cada um de nós somos muito diferentes. Mas, todos nós começamos a viver de formas mais loucas. E cada besteira que fazíamos, não éramos responsabilizados. Davam-nos parabéns”, disse Sixx.

“Quando se é criança, você pensa que isso é demais. Você lembra das histórias que ouvia. Todo mundo que eu gostava – os artistas mais rebeldes – estavam ligados às drogas. Quando eu fui introduzido à heroína, eu pensei, ‘Bom, Johnny Thunders usa heroína. Ele é muito legal, então vou dar uma chance’. É assim que começa.”

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