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Em entrevista a um jornal de Miami, o líder do Slayer Kerry King disse que não vê um fim próximo para a banda. Na primeira pergunta, o jornal questiona se, ao fundar a banda em 81, King achava que ainda estaria tocando 35 anos depois.

“Não, porque quando começamos ‘velho’ tinha um significado diferente. ‘Velho’ era 55 anos e eu já passei esse número e não me sinto velho. As coisas doem mais do que quando eu tinha 25, mas os shows do Slayer ainda são épicos. Se o Jeff estivesse velho ele falaria que a gente fazia por garotas e cerveja. E eu não tomava cerveja então eu só fazia pelas garotas”.

Então o guitarrista é questionado sobre qual será o último capítulo na história do Slayer:

“Eu não tenho um fim de jogo em mente. Tendo dito isso, eu também não quero morrer no palco. A boa notícia é que nós temos sete ou oito músicas sobrando do último álbum. As letras não vão mudar as músicas. Elas estão feitas, gravadas, com o som do “Repentless”. Nós temos muitas coisas – agora é achar tempo pra entrar no estúdio de novo. A gravadora já está me pedindo isso mas eu não vejo isso acontecendo até o fim do ano que vem ou começo do ano seguinte”.

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