Resposta foi dada através das redes sociais

Um dos principais assessores do presidente da Rússia Vladimir Putin, utilizou trechos de letras do Five Finger Death Punch em um editorial que atacava os Estados Unidos.

No artigo, o assessor Vladislav Surkov cita trechos de sucessos do FFDP como “Wash It All Away” e “I Apologize”.

Possivelmente influenciado pelos recentes shows na capital russa, Surkov elogia a banda americana declarando que é “a melhor banda moderna dos EUA de Metal, junto com Disturbed”.

O guitarrista do FFDP Zoltan Bathory respondeu através de um post em seu Facebook:

“Bem…. É especialmente interessante que nós por acaso estamos na Rússia neste momento. Fizemos um show fantástico no estádio de Moscow… A energia do público foi incrível. Nós amamos nossos fãs russos do mesmo jeito que eles nos amam… Eles estavam no aeroporto quando chegamos, nos seguem por toda Europa, nos EUA, até mesmo na América do Sul… Nos os vemos e vemos que eles costuraram bandeiras meio-russas-meio-americanas em todo lugar… Nós somos família… Música une…

Eu garanto: Entre as pessoas, NÃO EXISTE ódio… Não existe Guerra Fria aqui. Então não vamos criar uma. Eu cresci deste lado da Cortina de Ferro no regime comunista… Eu DE FATO me lembro da Guerra Fria… E mesmo naquela época, embora eles nos diziam pela mídia comunista que os EUA eram ‘o inimigo’, ninguém, e eu quero reforçar, ninguém em sã consciencia, acreditava naquilo… Nós amavamos música americana, a cultura americana, e o povo americano. Nós entendiamos bem a diferença entre ‘propaganda’ e realidade… Outro dia eu encontrei uns garotos iranianos em um elevador e enquanto tirávamos fotos eles me disseram ‘por favor, não acreditem na mídia. Eles estão mentindo pra vocês! Nós não odiamos os EUA’ e eles ficaram me explicando que pessoas normais (especialmente as mais jovens) não se sentem desse jeito… A mídia tem que ter cuidado com suas palavras – e escolher mais audiência em detrimento de paz, é uma irresponsabilidade.

Então vamos abaixar o tom dessa histeria e tentar com mais diálogo…”

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