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Em entrevista ao FeMetal TV, o baixista do Megadeth David Ellefson falou sobre a indicação que a banda recebeu para o Grammy de 2017. O álbum “Dystopia” está concorrendo na categoria de melhor performance Metal.

Ellefson disse que a instituição não conhece os gêneros mais pesados: “O Grammy é uma entidade muito ampla, que honra todos os tipos de música. E certamente tem credibilidade, então é incrível ser indicado novamente e convidado de novo. Mas se eles fundamentalmente entendem todos os gêneros? Como poderiam?

São os eleitores. Eu fui um eleitor há alguns anos quando começamos a ser indicados nos anos 90 e depois eu parei. Mas é um reconhecimento pela indústria e pelos seus colegas pelo trabalho que você fez. Eu imagino que seja bom ganhar, espero que a gente saiba como é um dia.

É sempre bom ser indicado. E acho que ser indicado, para uma banda de Metal, diz muito. Porque se você é pop ou se você é de Nashville, ou um artista urbano, um Grammy pode te ajudar muito – a vender álbuns, ganhar notoriedade, fazer turnês, todos os aspectos. Eu lembro da Norah Jones, a garota que tem 11 ou sei lá quantos Grammys, mudou a vida dela. Mas para uma banda de Metal, nós estivemos aqui sempre, nós já temos uma base sólida, já andamos muito, fizemos turnês, e temos uma conexão muito grande com nossos fãs”

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