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E no principio Deus criou o mundo. Mas parece que Deus em uma destas tarefas se feriu, e suas gotas transformaram-se em chuvas de sangue. A esta intervenção divina deu-se o nome de SLAYER.”

Por Allan Lima

DAVE LOMBARDO foi um caso a parte, pois surgiu a partir de outro fenômeno: dos estrondos e batidas dos trovões, que nesta ocasião reverberavam em chiados e trovoadas duplas.

Diziam que lá pela época do “Hell Awaits” o SLAYER tinha pacto com o demo, mas eles nem ligaram pra isso, e TOM ARAYA continuou cantando muito rápido. Não, muito mais rápido do que você pensou. E o show continuava, sem perdão.

Por cantar assim tão rápido, TOM ARAYA inclusive ganhou vaga no “Guinness Book”, o livro dos recordes. Mas resolveu recusar porque ele gostava mesmo era do “Headbanging”.

DAVE MUSTAINE, do alto de sua leveza e delicadeza, ficou com medo que Kerry King o ferisse nas suas partes pudentas com seu bracelete de pregos, logo não puderam ficar juntos. Ainda bem.

Se Hitler tivesse ouvido “Angel of Death” antes de cometer o Holocausto, hoje ele seria umas das maiores celebridades da Cruz Vermelha.

Joseph Mengele, um dos maiores sanguinários do holocausto, veio se esconder no Brasil achando que, por ser um país sambista, ninguém o encontraria; ledo engano, pois quando o SLAYER iniciava a composição de “Reign in Blood” ficou difícil se esconder, e ele começou a ser perseguido.

Ficou mesmo difícil se esconder porque o SLAYER após uma década de agressão passou a ser conhecido no mundo todo, e até fora dele.

Dizem alguns que quando encontraram o corpo de Mengele, ele portava um papel escrito: “eu odeio o SLAYER”.

Este famigerado papel serviu de inspiração, e então surgiu o disco “God Hate Us All”.

“A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, não foi escrita antes de “Seasons in the Abyss”. Foi justamente o contrário, o SLAYER só esperou o momento certo.

Alguns dariam a vida pelo SLAYER, mas se contentam em dar alguns pedaços de sua própria carne, ou riscá-los com objetos pontiagudos.

A estes, os membros do SLAYER riem saudosa e sarcasticamente, e a eles dedicam a música de título traduzido “Máscara de Pele Morta”.

Algumas músicas do SLAYER são compostas sob o ponto de vista dos assassinos porque, se estes pudessem entender e apreciar a obra do SLAYER, não cometeriam tais atrocidades, ficariam com muito medo e estariam ouvindo qualquer porcaria em algum lugar.

Agora que atualmente TOM ARAYA não pode mais fazer o “Headbanging”, ele resolveu cantar mais rápido que no início. Não, bem mais rápido. Muito mais rápido. E quem sabe aceitar a vaga cativa no “Guinness Book” como o vocalista mais rápido do universo.

JEFF HANNEMAN e KERRY KING ficam putos porque não conseguem cantar assim tão rápido, e descontam nas guitarras.

KERRY KING tira sarro de TOM ARAYA dizendo: “ok, você canta rápido e ainda toca o baixo, mas quero ver você fazer isso com 20 kg de ferro a mais, entre pregos e correntes”.

TOM ARAYA então volta e meia canta mais rápido ainda, fazendo KERRY KING inclusive desistir às vezes de portar tanto peso consigo. E continuar descontando sua raiva na guitarra, coitada.

JEFF HANNEMAN não toma Heineken. Toma água mesmo, senão ele desconcentra e não consegue acompanhar nem TOM ARAYA, nem DAVE LOMBARDO – que canta tão rápido quanto, só que com os pés.

Depois que ele cumpre com sua tarefa, ele toma Heineken. Ou qualquer outra coisa com rótulo.

Para homenagear o início de tudo, o SLAYER resolveu criar a obra “Pintando o mundo inteiro de sangue”, mas perceberam que não chegam nem perto do que tentaram expressar, já que na realidade sendo uma ilusão cristã ou não a humanidade se deixa manchar com seu próprio sangue a tempos.

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