Veja a declaração

O baterista fundador do Black Sabbath Bill Ward, que ficou de fora dos shows de reunião da banda, falou em entrevista a Rolling Stone esta semana sobre a sua relação com os ex-colegas:

“A última vez que vi Tony e Geezer foi em 2015 e foi cordial. Mas esta foi a última vez. Eu não falei mais com ninguém, nem escrevi. Acho que tiveram alguns comunicados de imprensa que vieram e voltaram mas só isso. Eu estou em paz com eles. Se algo sai que eu sinto que não é verdade, eu respondo em minha defesa, eu preciso me defender. Mas de modo geral o jeito que eu vejo as coisas não é com ressentimento, não é medo ou ódio, nada disso. Eu realmente amo aqueles caras. Eu desejo o melhor para eles em suas vidas. Todo dia eu rezo pela saúde e felicidade deles. Não tenho rancor ou arrogância ou algo assim. Tenho me sentido assim já faz um tempo.”

Ward deixou claro também que se o Black Sabbath quisesse fazer uma nova reunião, ele toparia:

“Antes eu estava muito chateado, mas me acalmei. Estou em um lugar diferente, superei. Mas não superei a ideia de tocar juntos, se eles quiserem algum dia. Eu não superei essa ideia. Teria que ser acertado. Mas se eles superaram isso também tudo bem, eu apoio. Mas não superei. Fico com a cabeça aberta.

Depende do que é, como seria, mas eu definitivamente mantenho a cabeça aberta. Seria estúpido da minha parte não manter. O tempo passa, estamos ficando velhos. Eu amo esses caras há tempos. Eu amo a música do Black Sabbath”

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